e precisa de 15, 20 minutos até conseguir se movimentar normalmente — como se seu corpo tivesse sido "colado" durante a noite
um dia é o joelho, no outro é o ombro, depois o pulso... parece que a dor tem vida própria e você nunca sabe onde vai atacar
porque acha que qualquer esforço vai piorar a inflamação, e por isso evita agachar, pegar peso, brincar com os netos ou fazer tarefas simples do dia a dia
uma fadiga desproporcional, como se tivesse corrido uma maratona mesmo sem ter feito nada de diferente
porque precisa de ajuda para coisas que antes fazia sozinha(o), e isso machuca mais do que a própria dor física













Nesta etapa, você vai: Passar por uma avaliação funcional detalhada onde eu vou analisar seus padrões de movimento, identificar suas limitações específicas, entender onde está a origem da sua dor e mapear quais articulações e grupos musculares precisam de atenção prioritária.

Nesta etapa, você vai: Receber seu protocolo personalizado de exercícios terapêuticos, desenvolvido especificamente para sua condição, com movimentos de baixa amplitude, isometria, mobilidade controlada e fortalecimento progressivo — tudo pensado para reduzir a inflamação, aumentar a produção de líquido sinovial (o "lubrificante" natural das suas articulações) e fortalecer a musculatura protetora sem agredir seu corpo.

Nesta etapa, você vai: Ter acompanhamento contínuo comigo, com ajustes periódicos no seu protocolo conforme sua evolução, orientação sobre como lidar com crises inflamatórias (quando acelerar e quando puxar o freio de mão), suporte técnico para tirar dúvidas e correções de movimento para garantir que você está executando os exercícios da forma mais segura e eficiente possível.
Clique aqui para tirar suas dúvidas
Sim. O Método Zerador foi criado justamente para pessoas com dores crônicas que já tentaram de tudo e não conseguiram resultado. Muitos dos meus alunos convivem com fibromialgia ou artrite há 5, 10, 15 anos — e mesmo assim conseguiram reduzir significativamente a dor e recuperar autonomia.
A diferença está no protocolo individualizado e na progressão segura que respeita a fisiologia da dor crônica.
Absolutamente seguro. Esse é justamente o diferencial do Método Zerador. Todos os exercícios são de baixa amplitude, isometria e mobilidade controlada — ou seja, fortalecem seu corpo sem agredir suas articulações.
Eu sei exatamente até onde você pode ir sem risco. E nos dias de crise, o protocolo se adapta. Você nunca vai ser forçada(o) a fazer algo que possa te machucar.
Você escolhe! O Método Zerador funciona tanto presencialmente (aqui em Belo Horizonte) quanto online. Se você preferir fazer em casa, eu monto um protocolo com exercícios que não precisam de equipamentos ou com itens simples que você já tem.
O importante não é “onde” você treina — é como você treina. E isso eu garanto em qualquer modalidade.
Isso varia de pessoa para pessoa, dependendo do seu nível de dor atual, há quanto tempo você convive com a condição e seu nível de comprometimento.
Mas em média:
Não. O Método Zerador não substitui tratamento médico nem medicação prescrita. Ele é um complemento essencial ao tratamento reumatológico.
Muitos alunos, com o tempo e com acompanhamento médico, conseguem reduzir a dependência de analgésicos — mas isso sempre deve ser discutido com seu médico. Meu papel é fornecer o movimento terapêutico que potencializa sua recuperação.
Sim! O Método Zerador foi desenvolvido especificamente para condições reumáticas. Eu já trabalhei com:
Cada protocolo é individualizado de acordo com sua condição específica, seus sintomas e suas limitações.